Arquivo da categoria ‘Rota 66 – 2011’

Jantar San Francisco

Publicado: 13 de setembro de 2011 em Rota 66 - 2011, Viagens

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Dupla musical de sucesso dos anos 60 ;)

Publicado: 12 de setembro de 2011 em Rota 66 - 2011, Viagens

Achamos o único bar da Universal City

Publicado: 11 de setembro de 2011 em Rota 66 - 2011, Viagens

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Hoover Dam

Publicado: 7 de setembro de 2011 em Rota 66 - 2011, Viagens

Fizemos um passeio rápido até a Hoover Dam, uma represa enorme enfiada no meio do deserto. Foi a primeira vez que pegamos chuva. Nada intenso. Mas foi ótimo para amenizar a temperatura.

Na volta paramos numa cidade próxima chamada Boulder , bem pequena mas muito aconchegante. Assim que paramos as motos num calçadão cheio de restaurantes, logo as pessoas ficaram interessadas e vieram perguntar de onde éramos e por onde andávamos. Todos muito simpáticos e alegres. Acabamos parando num daqueles bares tipicamente norte-americanos, em que você abre uma pequena porta e descobre um mundo inteiro escondido. Fecha a entrada e tudo fica escuro. Ótima música, bebida, bilhar e pessoas alegres e falantes. Foi provavelmente o bar mais legal da viagem.

Rápido retorno pro hotel, ajeitar tudo para sair no outro dia cedo. Ainda pouco mais de 300 milhas nos separam de Santa Monica, onde a Rota 66 original acabava.

Bryce Canyon e afins

Publicado: 5 de setembro de 2011 em Rota 66 - 2011, Viagens

Hoje vimos tanta coisa interessante que certamente esquecerei algo. Iniciamos o dia com um café na localidade do Mexican Hat. Saímos para a rota agora já buscando retorno para o Oeste. Só pegamos estradas estaduais (Utah). Pistas muito bem conservadas mas simples.

Próximo ao Mexican Hat está o Valley of Gods que faz completamente juz ao nome. Devemos ter subido muito rapidamente uns 2.000 feet, chegando no alto de um plato. Pegamos um trecho de subida de estrada sem pavimentação ou guard ralis. Mas a vista lá de cima compensou o esforço. Esse site tem umas fotos mostrando as estradas de terra que pegamos (por poucas milhas): http://www.planetware.com/picture/mexican-hat-valley-of-the-gods-us-ut411.htm.

Na sequência o cenário mudou, e a estrada era cercada de árvores e um clima bem mais ameno. Interessante como a natureza muda em poucos minutos totalmente.

Um caso a parte foi nosso sofrimento no abastecimento. Cada posto usa um método diferente mas todos tem em comum que que você mesmo coloca a gasolina no veículo. Acho que demoramos quase 1 hora nos primeiros abastecimentos. Paga primeiro, paga direto na própria bomba, paga depois de consumir, passa o cartão antes e já coloca o valor, passa o cartão mas só debita o valor depois do uso. Enfim, uma grande confusão. Mas depois de apanhar muito já estamos craques.

Paramos num lago com uma completa infraestrutura para barcos e nos certificamos de estar no caminho certo (sim, andamos meio perdidos às vezes). Conversamos com um casal de suíços que faziam uma rota semelhante a nossa mas estavam de trailer. Pelo que andamos discutind,o nossa idéia é fazer uma rota na europa ano que vem e eles nos deram a maior força, dizendo que o passeio é ótimo.

Poucas milhas após o lago paramos num ponto de vista de onde podíamos ver o lago e todas as formações rochosas. Que cenário incrível!

Nesse local cruzamos novamente com o grupo de brasileiros da Apex que vinha fazendo um roteiro muito parecido com o nosso. Eles devem estar em pelo menos 15 motos e mais de 20 pessoas. Andar com guia e carro de suporte tem suas vantagens, especialmente para quem não tem muita experiência pilotando moto ou viajando. Maastricht foi consenso dentre nós que a nossa opção de apenas alugar as motos foi a melhor para a gente pela liberdade que nos dava.

Mais pro fim da tarde, chegando em Bryce Canyon, passamos por uma estrada incrível feita no topo de uma serra, tendo quedas em ambos os lados da estrada. Que visual magnífico!

Mais algumas milhas e chegamos no hotel. Agora já pegamos as manhas para poder tomar uma cerveja. Como nos EUA os bares fecham cedo, só largamos as coisas no quarto.e.fomos direto jantar. Fomos.super bem atendidos no restaurante do Bryce Canyon Resort. Quando saímos já era tarde e estava até mesmo bem frio pelas temperaturas que pegamos durante o dia.

Temos tirado fotos com as câmeras não com celular, assim fotos melhores só quando voltarmos ao Brasil. Achei que em todo lugar haveria rede mas não é bem assim, maioria não existe ou é pago. Além disso tenho feito vídeos numa câmera adaptada ao capacete. Quero fazer ou mandar fazer uma compilação com os melhores momentos. Deve sair um dvd. Em breve, nas melhores lojas do ramo. 😛

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Ontem saímos cedo rumo ao lado Sul do Grand Canyon pela US-89. É realmente uma atração incrível e imperdível. Como sempre tudo muito organizado, cheio de informações, com excelente acesso e grande estrutura. Paga-se 12 dólares cara entrar no Parque.

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Voltamos para a estrada. Depois de comer algo num posto e abastecer, fizemos uma perna de 100 milhas até Kayenta. Saíndo da 89, pegamos a 160E, depois a 163N, se não me engano. Posto para água e 10 minutos de descanso.

Chegamos em outro Parque: Monument Valley. Formações exuberantes que são o oposto do Grand Canyon. Enquanto este é um grande buraco, o primeiro são grandes formações que se elevam do plano. Foi ali que muitos filmes.de “faroeste” foram filmados. Esse era território da Nação Navajo.

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Para fechar o dia procuramos hotel junto ao Rio (Hat Rock Inn), e fomos até a formação conhecida como Mexican Hat. Pegamos uma luz incrível de fim de tarde, e fiz uma foto da minha moto contra esse fundo cor de barro que ficou linda.

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Depois largos as coisas no hotel e fomos jantar e tomar umas num restaurante próximo. Devo ter comido uma das melhores carnes que já tive oportunidade. Peça o Rib O Eye e não vai se arrepender. As carnes são preparadas num grelha que funciona como um balanço sobre o fogo. Nunca havia visto.

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Fomos dormir depois de ter andado mais de 300 milhas no dia. Todo mundo muito cansado mas muito satisfeitos. E descansar muito pois amanhã encaramos um dos maiores trechos até agora.

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Ontem saímos cedo rumo ao lado Sul do Grand Canyon pela US-89. É realmente uma atração incrível e imperdível. Como sempre tudo muito organizado, cheio de informações, com excelente acesso e grande estrutura. Paga-se 12 dólares cara entrar no Parque.

Voltamos para a estrada. Depois de comer algo num posto e abastecer, fizemos uma perna de 100 milhas até Kayenta. Saíndo da 89, pegamos a 160E, depois a 163N, se não me engano. Posto para água e 10 minutos de descanso.

Chegamos em outro Parque: Monument Valley. Formações exuberantes que são o oposto do Grand Canyon. Enquanto este é um grande buraco, o segundo são grandes formações que se elevam do plano. Foi ali que muitos filmes.de “faroeste” foram filmados. Esse era território da Nação Navajo.

Para fechar o dia procuramos hotel junto ao Rio, e fomos até a formação conhecida como Mexicana Hat. Pegamos uma luz incrível de fim de tarde, e fiz uma foto da minha moto contra esse.fundo cor.de barro que ficou linda.

Depois largos as coisas no hotel e fomos jantar e tomar umas num restaurante próximo. Devo ter comido uma das melhores carnes que já tive oportunidade. Peça o Rib O Eye e não vai se arrepender. As carnes são preparadas num grelha que funciona como um balanço sobre o fogo. Nunca havia visto.

Fomos dormir depois de ter andado mais de 300 milhas no dia. Todo mundo muito cansado mas muito satisfeitos. E dormir muito pois amanhã encaramos um dos maiores trechos até agora.

Grand Canyon

Publicado: 1 de setembro de 2011 em Rota 66 - 2011, Viagens

Daqui a pouco saímos para o Grand Canyon. Muita expectativa! Hoje teremos muita coisa pra ver e muitas milhas pra rodar. Cansaço já está aparecendo. Ao continuar pela I 40 o clima ficou mais ameno, e ontem a noite todos estavam de jaquetas nas motos.

Cruzando o Inferno

Publicado: 1 de setembro de 2011 em Rota 66 - 2011, Viagens
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No nosso segundo dia de estrada cruzemos o parque Joshua Tree em direção a Laughlin. No caminho chegamos ao deserto do Colorado. Cenário bem diferente do que estamos acostumados. É só pensar no desenho do papa-léguas. Com um único adendo: o calor.

Eu já peguei temperaturas muito altas no b-r-o-bro de Teresina ou mesmo em Mossoro. Mas a sensação que vivi hoje foi completamente nova. Além do sol forte, existe um vento constante muito quente. Como se fosse um secador de cabelos ligado no máximo. Impressionante!

Ao passar pelo Parque, e errar um pouco o caminho, percorremos cerca de 40 milhas no meio do nada, numa estrada cheia de curvas e mais calor ainda. Quando chegamos no posto nos disseram que estava em torno de 120 a 130 graus F.

Mas depois dessa “tortura” veio o prêmio: a estrada com o logo da Rota 66 pintado.

Paramos num posto bem famoso, o Roys. Infelizmente o Ronaldo, assim que paramos, começou a se sentir muito mal. Estava com insolacao. Para nossa sorte um grupo da Apex chegou ao mesmo lugar cerca de 1h depois com uns 15 motociclistas. Como ele não melhorava, o Zack, responsável por esse grupo, salvou o dia, colocando a moto do Ronaldo na carreta do carro de apoio enquanto o ele foi na van. Ao chegarmos no hotel ele recebeu cuidados médicos e ficou bem.

Temos gastado pouco nas refeições. Como o valor é intenso, só comemos coisas leves e tomamos muito líquido. Aliás, no Parque havia a informação que no deserto deveria-se tomar bem mais água que o normal. Coisa de 5 litros por pessoa.

A moto, uma Road King, que me desculpe a Nega, é maravilhosa! Confortável, estável, freios ABS, cruise control, motor 1600, 6 marchas. Os mostradores que ficam no tanque é que são bem mal posicionados. E faltou um apoio de pés no mata-cachorro para poder estica-las melhor. Mas você anda 300 milhas como se não fossem nada. Estou inteiro depois de 2 dias de viagem. E também é ótimo ter alguém experiente como o Rodrigo para dar umas dicas. Estamos usando uma bolsa grande na garupa como apoio para as costas, presa por aranhas que já compramos no início para isso.

As estradas perfeitas também ajudam muito. Fora a excelente sinalização.

Mas o que tem de melhor mesmo é o povo norte-americano. Educados, gentis e muito profissionais. São admiraveis! Em todo lugar que vamos eles puxam papo, dão dicas, ou simplesmente nos cumprimentam e desejam boa sorte. Todos de muito bom humor.

Hoje vamos sair um pouco mais tarde e encurtar o passeio pois o dia de ontem pro Ronaldo não foi fácil. Assim chegamos rápido em Flagstaff para que ele fique zerado.

Ps.: estou escrevendo no celular, e por isto este “primor” de redação;